Murilo Rosa é o pai de Letícia Braga no trailer de ‘A Menina Índigo’

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 24 agosto, 2017 14:50

“Eu vou fazer mágica e você vai ficar bom”. “Se você jogar tudo fora, tudo que tem de ruim, a dor passa”, diz Sofia (Letícia Braga) para seu pai e seu avô, respectivamente, no trailer de A Menina Índigo, filme de Wagner de Assis (diretor de “Nosso Lar”) que chega aos cinemas no dia 12 de outubro. Considerada especial pela mãe – ‘ela tem alguma coisa de diferente, ela faz umas coisas nas pessoas’ – mas aparentemente uma típica menina dos dias de hoje, tudo muda quando um dia na escola se recusa a pintar uma tela em branco e enche de tinta a sala de aula. A partir daí, Sofia irá transformar não só a vida de seus pais e da família como a de pessoas que pouco conhece.

A produção é da Cinética Filmes, com coprodução com a Inspired e a Naymar e produtoras associadas Mar Produções, Erlanger Comunicação & Arte. A distribuição é da Film Connection.

“Este é um filme que conta como uma menina de sete anos provoca um choque nas relações familiares ao obrigar todos ao seu redor a repensarem suas vidas”, adianta Wagner de Assis, também autor do filme. A primeira mudança virá com o pai, que terá que aprender a lidar com a filha. Separado da mãe da criança, a executiva Luciana, interpretada por Fernanda Machado, o jornalista Ricardo, personagem de Murilo Rosa, está envolvido numa investigação que envolve seu próprio pai, o poderoso e pouco honesto empresário Paulo Gregório (Paulo Figueiredo). Quando a menina passa a morar com ele – o que parecia ser apenas uma temporada para reaproximar pai e filha – acaba sendo um momento de quebra de paradigmas para todos.

“É nas relações entre os personagens que aparece toda a força da menina. Uma nova geração que tem sido chamada de Índigo, representada por Sofia, apresenta comportamentos novos, questionamentos sobre normalidade, posturas surpreendentes e, também, um olhar espiritualizado para todas as coisas”, explica Wagner de Assis.

Cheio de cores por fora e muitas camadas a serem reveladas, principalmente sobre quem é esta menina, o filme apresenta também diversas questões que fazem parte das milhares de Sofia da vida real – como identificar talentos e necessidades dos filhos, qual o papel da escola nos dias de hoje, como educar corretamente, o que são doenças como Distúrbio Déficit de Atenção (DDA) e Hiperatividade. Para Assis, as dúvidas e anseios de Ricardo e Luciana são dúvidas e anseios de milhares de pais e mães, incapazes de lidar com esses pequeninos que têm vontades muito próprias, conhecimentos prévios sobre tudo e todos, formas diferentes de lidar com a vida.

Sofia é uma menina de sete anos que apresenta comportamento considerado fora do padrão, na escola e em sua relação com os adultos. Sua mãe, uma executiva super ocupada, acredita que ela tem algo especial que a faz curar as pessoas. Quando vai morar com o pai, Ricardo, um jornalista competente e racional, começa a provocar mudanças nas relações familiares, obrigando todos ao seu redor a repensarem suas vidas. Sofia é representante de uma nova geração de crianças chamadas de índigos, que, acredita-se, têm potenciais transformadores da sociedade.

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 24 agosto, 2017 14:50


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