A&E estreia a inovadora série 60 Dias Infiltrados na Prisão

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 26 julho, 2016 15:51

O A&E estreia a série que rompeu todos os paradigmas nos Estados Unidos, 60 Dias Infiltrados na Prisão, em um formato televisivo ousado que acompanha os passos de sete inocentes que aceitam viver durante 60 dias como presos na cadeia. Toda a experiência é registrada por câmeras de segurança que oferecem ao telespectador um olhar direto, real e imprevisível sobre a vida em uma penitenciária perigosa. Suas vidas e sua segurança estão em perigo caso sejam descobertos. A cada segundo e a cada dia, eles têm uma contagem regressiva que é registrada por 100 câmeras, em um formato que revolucionou a indústria de entretenimento.

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“No A&E nos sentimos muito orgulhosos em criar um formato tanto inovador como ousado, que rompe com todo o conceito pré-estabelecido do que é viver na cadeia. Ele vai desaparecer rapidamente, enquanto os telespectadores puderem sentir, a cada episódio de 60 Dias Infiltrados na Prisão, por meio dos olhos de uma pessoa inocente, o que é viver e sobreviver em uma cadeia perigosa”, ressalta Eduardo Ruiz, presidente e gerente geral do A+E Networks na América Latina.

Devido às recentes histórias de corrupção na prisão de Clark (Jefferson VIlle, Indiana, Estados Unidos, o xerife Jamey Noel pensou em realizar um programa em que sete inocentes vivam durante 60 dias junto à população da instalação carcerária, sem que os oficiais, os funcionários e os outros presos conheçam seu segredo. Os personagens escolhidos por Noel para participar do programa têm histórias de vida distintas (entre eles, está a filha mais velha de Muhammad Ali, Maryum) e entrarão nesse mundo para conhecer os problemas internos e o que realmente acontece dentro de cada prisão.

60 Dias Infiltrados na Prisão fornece uma visão crua da vida atrás das grades, por meio dos olhos destes voluntários, que nunca foram acusados de um crime sequer e muito menos condenados: Maryum, uma trabalhadora social que luta para erradicar a violência no mundo das gangues; Zac, um ex-oficial conservador do Corpo de Fuzileiros Navais, que espera que esta experiência o ajude em seu processo de conversão a agente da DEA; Tami, uma oficial da polícia que já prendeu centenas de pessoas, quer compreender bem como é a vida do outro lado. Após crescer em um orfanato, ela poderia ter facilmente terminado na prisão, como aconteceu com seu irmão, e é por isso que ela quer participar da série, para ter uma melhor perspectiva do quão diferentes suas vidas acabaram se tornando; Jeff, que por anos atuou como vigilante, está pronto para dar um passo maior em sua carreira, ao se tornar um agente prisional. E ele sente que essa experiência será de muita utilidade para essa mudança profissional; Isaiah sente que arrancaram uma parte dele quanto seu irmão mais velho foi preso, e agora ele quer passar por tudo o que seu irmão condenado está passando; Robert é um professor que quer aproveitar essa experiência para instruir seus estudantes sobre as consequências de suas decisões; e Barbra, a esposa de um militar e mãe de dois filhos pequenos, sente que os presos têm facilidades demais atrás das grades e quer viver isso na própria pele.

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De sua parte, o xerife Jamey Noel declara: “Quando assumi o cargo, não era nenhum segredo que a Penitenciária do Condado de Clark enfrentava problemas e que necessitávamos tomar o controle com rapidez. A única maneira de entender realmente o que estava acontecendo na prisão foi colocando pessoas inocentes para participar do sistema, para que nos proporcionassem informações imparciais e em primeira mão. Esses valentes voluntários nos ajudaram a identificar aspectos críticos internos do nosso sistema; aspectos que agentes infiltrados não conseguiram encontrar. Não poderíamos estar mais emocionados com o sucesso desse experimento inaugural”.

A Penitenciária do Condado de Clark abriga aproximadamente 500 presos, entre acusados de tráfico de drogas, delinquentes sem antecedentes penais ou assassinos candidatos à pena de morte. Durante os 12 episódios, centenas de câmeras inseridas ao longo de toda a prisão acompanham os participantes, que foram escolhidos a dedo pelo xerife Jamey Noel, com o objetivo de expor suas experiências. As razões pelas quais cada participante se ofereceu como voluntário para este programa variam, mas todas compartilham do objetivo final de sair de lá com uma maior compreensão do sistema – como opera, seus efeitos psicológicos –, além do desejo de participar da denúncia do enorme impacto que traz para a sociedade. O xerife é acompanhado pelo funcionário de informação pública, o capitão Scottie Maples, que participou da capacitação dos sete participantes antes de serem inseridos na prisão, a fim de prepará-los para enfrentar a experiência.

Você estaria disposto a renunciar a sua liberdade e arriscar sua vida para ter uma melhor compreensão do problemático sistema carcerário dos Estados Unidos? Os participantes desse projeto estão.

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No episódio de estreia, Presos incomuns, para acabar com a criminalidade e a corrupção, o delegado Noel planeja enviar sete voluntários para a cadeia disfarçados de presidiários. Os participantes aprenderam a cultura da prisão e as regras de segurança pessoal. Agora só precisam convencer os presos e os guardas de que são realmente prisioneiros.

Personagens 60 Dias Infiltrados na Prisão 

JAMEY NOEL

O diretor-xerife Jamey Noel é um morador do condado de Clark e foi membro da Igreja do Sagrado Coração durante toda a vida, em Jeffersonville. Ao se formar na Providence High School, o xerife Noel graduou-se em justiça criminal e supervisão na Universidade de Indiana, foi incluído na lista de decanos e foi um membro da Associação de Graduados da Universidade de Indiana por muito tempo.

Noel é membro da Utica Township Volunteer Fire & EMS desde 1987, foi Advanced EMT e Assistant Chief em 1991, além de Fire Chief de 1993 a 2015. Em 2000, se tornou Chief of New Chapel Fire & EMS. Em 2006, recebeu o prêmio Midwest por toda sua carreira no corpo de bombeiros. O xerife Noel tem numerosas certificações e prêmios de extinção de incêndios.

Noel faz parte do comitê republicano desde 1994. Ele foi vice-presidente da junta de eleições do condado de Clark durante o período de 2008 a 2009, e desde 2009 é presidente do partido republicano do condado de Clark. Atualmente, também é presidente do nono distrito do partido republicano de Indiana, e desde junho de 2011, é membro do Indiana Republican Party State Committee & Budget Committee. O governador de Indiana, Mike Pence, o nomeou membro da Junta de Segurança Nacional de Indiana em janeiro de 2013.

O xerife Noel se retirou da polícia do estado de Indiana após 22 anos de trabalho, e obteve os seguintes cargos: patrulheiro de trânsito, patrulheiro de trânsito sênior e patrulheiro de trânsito mestre, detetive infiltrado de narcóticos, detetive, cabo, sargento, primeiro sargento e, finalmente, se aposentou como assistente de comandante em 31 de dezembro de 2014. Ele é um oficial de treinamento de campo e tem muitas certificações da polícia. Noel foi eleito xerife do condado de Clark, Indiana, e assumiu o cargo em 1º de janeiro de 2015. O xerife Noel recebeu os seguintes prêmios:

ISP Life Saving Award, American Legion Police Officer of the Year e o Governor’s Award for Valor.

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Ele é membro das seguintes organizações: Knights of Columbus de Jeffersonville, Indiana Volunteer Firefighters Association, Clark County FOP Lodge, Indiana State Police Alliance, Indiana Alguacil’s Association, National Alguacil’s Association, American Legion Sellersburg Post, Past Master of the Henryville Masonic Lodge #651, Kosair Shrine e Kentucky Colonel.

CAPITÃO SCOTTIE MAPLES

O capitão Scottie Maples é atualmente capitão e oficial de informação pública. É morador permanente do condado de Clark e vive em Jeffersonville, Indiana. O capitão Maples mora com sua esposa e suas três filhas. É formado pela escola Silver Creek e tem graduação em Recursos Humanos.

O capitão Maples iniciou sua carreira no escritório do xerife do condado de Clark em 2004, como oficial de correção. Em 2005, foi promovido a cabo e em 2006 a sargento. Em 2006, o capitão Maples era líder do segundo turno, enquanto a nova penitenciária era construída. Em 2007, o contrataram como oficial de polícia com méritos no escritório do xerife do condado de Clark.

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BARBRA

Barbra é esposa de um militar, mãe de dois filhos pequenos e nunca antes havia visitado o interior de uma penitenciária. Por ter sido uma mãe adolescente que lutou muito para conquistar o que tem, ela acha que pode se relacionar com algumas das mulheres que estão na prisão.

Assim, Barbra acredita que os detentos possuem uma vida fácil dentro da prisão, já que, com os impostos dos contribuintes, fazem três refeições ao dia e têm um lugar para dormir; enquanto pessoas inocentes, que vivem nas ruas, precisam lutar para sobreviver com muito pouca ajuda. Ela, por ser esposa de um militar, sabe o quanto seu esposo trabalha para ganhar seu salário e benefícios.

Se Barbra pudesse fazer algo, faria com que os detentos tivessem que trabalhar obrigatoriamente para ganhar os benefícios que recebem. Por ser uma mãe trabalhadora, ela acha que pode ser uma influência positiva para as mulheres que estão na prisão, mostrando a elas que existem mais opções.

O xerife acredita que muitas pessoas de seu condado se sentem da mesma maneira que Barbra, e por isso está ansioso para mostrar-lhes as melhorias que fez na penitenciária e conseguir chegar ao fundo dos problemas persistentes.

JEFF

Durante o tempo que Jeff trabalhou no departamento de segurança dos cassinos em Nevada, encontrou, deteve e algemou centenas de criminosos enquanto esperava a chegada da polícia. Ele viu de tudo, desde conflitos internos, falsificadores e até assaltos, mas sempre se perguntou o que acontecia a essas pessoas depois que eram levadas a uma penitenciária.

Jeff está de novo em sua casa no meio-oeste. Ele trabalha na área de segurança de uma loja de departamento e está pronto para dar o passo seguinte em sua carreira, e por isso se candidatou para ser um agente prisional. Jeff acredita que a participação no programa o ajudará a melhorar seu currículo, o colocando à frente da concorrência e o diferenciando dos demais candidatos.

Jeff também tem dúvidas sobre o sistema e se ele funciona do jeito que está. Ele acredita que nem todos os delinquentes são maus e essa experiência abrirá seus olhos sobre a realidade de trabalhar nas penitenciárias.

O xerife quer que Jeff participe porque ele valoriza o ponto de vista de um homem jovem que quer ter um futuro nesse ambiente. Como Jeff faz parte do sistema, ele pode proporcionar um olhar honesto e crítico da realidade. 

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ISAIAH

Isaiah sente que uma parte dele foi arrancada quando seu irmão mais velho foi preso há quase cinco anos. Sua família não tem ideia de quando ele será posto em liberdade. Isaiah fala com o irmão quase todos os dias e é seu contato com a vida fora da prisão.

Isaiah quer se colocar no lugar de seu irmão e ver como é a vida de onde ele realiza chamadas telefônicas. Ele também quer demonstrar ao mundo que é mais forte e disciplinado do que a maioria das pessoas acredita.

Quando Isaiah era pequeno, sempre sentiu que era colocado na mesma categoria que seu irmão travesso. A detenção do irmão foi uma carga pesada para a família e fez com que Isaiah tomasse algumas decisões erradas, enfrentando problemas no ensino médio.

Recentemente, Isaiah mudou o rumo de sua vida, já que não quer terminar como seu irmão. Ele está ansioso para entender melhor a experiência de seu irmão e, inclusive, quer ser um mentor para as crianças que cresceram em circunstâncias similares.

MARYUM

Maryum é uma trabalhadora social dedicada à prevenção da criação de gangues. Ela é apaixonada por sua missão de prevenir que os jovens cometam delitos, se juntem a gangues e sejam presos. Infelizmente, Maryum sabe que algumas crianças acabam se envolvendo com atos ilícitos mesmo assim. Ela espera que esse programa a mostre porque a prisão é tão poderosa para as crianças. Ela também espera aprender que tipos de recursos existem nas prisões para os internos.

Maryum nasceu e foi criada em Chicago. Ela é filha de Muhammad Ali e é a mais velha de nove irmãos. Seu pai também realizava ações humanitárias de todos os tipos e ela seguiu seus passos.

Maryum tem 15 anos de experiência na prevenção da delinquência, no desenvolvimento de jovens e trabalhou em muitas áreas nesse campo. Ela teve experiências práticas e diretas com mais de 300 famílias, e também trabalhou com o prefeito de Los Angeles em um programa de redução de gangues e desenvolvimento juvenil.

Ela está decepcionada com as desigualdades que existem dentro do sistema de justiça penal. Maryum acredita que o castigo deve ser proporcional ao delito e sente que as penitenciárias devem dispor de recursos eficazes para a reabilitação real. Como o xerife é alguém que se dedica à melhoria do sistema, ele acredita na intuição de Maryum em questões sociais como sendo de um valor incalculável para seu projeto.

ROBERT

Robert é um professor que quer usar sua experiência para mostrar a seus estudantes as consequências de suas decisões, com o objetivo de que eles não terminem atrás das grades.

Robert cresceu em uma família conservadora ao sul de Illinois. Ele credita a seus pais o homem que é hoje em dia e agradece a criação rígida e amorosa que seus pais o deram.

Robert está convencido de que os Estados Unidos são muito lenientes em se tratando de suas penitenciárias. Ele acredita que, uma vez condenados, os presos deveriam pagar suas dívidas à sociedade trabalhando durante 12 horas diárias e aprendendo um ofício para quando saírem da prisão.

Robert é dedicado à sua obra e a ser um mentor. Ele foi voluntário em orfanatos no Haiti e na Índia. Ele adora passar o tempo com Darius, seu “irmãozinho” de 15 anos. Robert espera que esta experiência demonstre sua capacidade de guiar adolescentes e poder lhes mostrar por que uma vida de crime não é o caminho a seguir.

O xerife quer que Robert faça parte do programa porque ele trabalha com crianças da cidade e vê claramente como podem ser levados ao mau caminho.

TAMI

Tami é uma oficial de polícia com ampla experiência no campo, desde trabalhos infiltrados até comandos montados. Ela é apaixonada por deixar segura a comunidade que a rodeia. Ela não tem medo de colocar pessoas na prisão, mas se pergunta se a condenação está de acordo com o crime praticado e se realmente as pessoas serão reabilitadas.

Tami cresceu fazendo parte do sistema de assistência social, sentindo-se sempre desprotegida. Ela se viu obrigada a fazer parte da academia de polícia.

Ela facilmente poderia ter terminado na prisão, como vários de seus companheiros. Agora, ela terá a oportunidade de experimentar como teria sido sua vida ali. Ela também sentirá na pele como suas ações em campo fazem com que a população das penitenciárias cresça e conviverá com pessoas similares às que ela prendeu.

Tami é uma orgulhosa mãe de uma menina pequena. Ela acredita que depois desta experiência, voltará para casa sendo uma oficial e mãe mais informada e compassiva. O xerife acredita que ter uma oficial de polícia em sua penitenciária será de grande valor para identificar comportamento criminal.

ZAC

Zac atualmente segue a carreira de agente da lei. Ele está disposto a deixar sua esposa e filho recém-nascido por dois meses, para adquirir uma educação única em psicologia criminal e aprender sobre o sistema prisional. Ele espera que isso o ajude em sua carreira como policial.

Zac irá entrar neste programa com uma forte convicção de que não é certo que os detentos tenham melhores condições de vida que militares na ativa. Ele sente que os internos se beneficiariam enormemente de uma série de treinamentos.

Zac é filho de um pastor e foi criado em uma comunidade conservadora do Tennessee. Em 2009, ele se tornou um engenheiro de combate do corpo de reservas dos fuzileiros navais dos Estados Unidos, sendo essa uma das posições mais perigosas entre os militares. Zac quer ver claramente se sua crença de que os internos não sabem o quão bem são tratados está certa e pretende se conectar com outros veteranos que estão atrás das grades.

O xerife quer que Zac participe do programa porque acredita que seu interesse em fazer cumprir as leis e sua formação militar o levarão a descobrir atividades ilegais entre os presos.

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 26 julho, 2016 15:51


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