Orquestra Sinfônica de Minas Gerais executa obras complexas de Mozart e Elgar: Sinfonia Nº 41 – Júpiter e Variações Enigma

Rafael Guirra
Por Rafael Guirra 16 abril, 2014 18:39

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais executa obras complexas de Mozart e Elgar: Sinfonia Nº 41 – Júpiter e Variações Enigma

Em mais uma ação para garantir o acesso do público à música erudita, a Fundação Clóvis Salgado promove o concerto Sinfônica na Cidade, com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. A apresentação celebra dois grandes nomes da música clássica mundial e traz as peças Sinfonia Nº 41 – Júpiter, de Mozart; e Variações Enigma, de Elgar. O evento conta, pela primeira vez, com a regência do ex-maestro da Orquestra Sinfônica Experimental de São Paulo, Jamil Maluf.

A presidente da FCS, Fernanda Machado, ressalta a importância da Orquestra Sinfônica se apresentar em variados espaços cultural da cidade. o trabalho da Orquestra Sinfônica em. “Como instituição pública, temos a missão de manter viva a memória de grandes compositores da música erudita. E a Orquestra Sinfônica tem feito esse belo trabalho de resgate dos grandes nomes da música clássica se apresentando em vários espaços culturais da cidade. Acreditamos que essa iniciativa está em sintonia com as diretrizes da Fundação Clóvis Salgado no que diz respeito à promoção e à difusão da arte e da cultura”, destaca.

Última sinfonia composta por Wolfgang Amadeus Mozart, e considerada a mais complexa de suas obras, a Sinfonia Nº 41 –Júpiter combina o rigor da técnica do contraponto, característico do período barroco, com uma linguagem própria. Segundo o maestro titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Marcelo Ramos, a obra de Mozart é uma das mais icônicas da música clássica. “Essa é uma peça madura, longa, que exige uma grande capacidade técnica dos músicos. Mas o resultado é sempre uma sinfonia muito bonita”, aponta.

Composta em 1788, o título da obra faz uma alusão ao deus Júpiter, da mitologia romana. O trabalho do austríaco representa o “ápice da criação do período classicista, já que a sinfonia tem uma distribuição instrumental muito heterogênea”, explica Marcelo Ramos. O primeiro movimento de Júpiter tem duração de 20 minutos. O último é a execução mais complexa da técnica de fuga para uma sinfonia.

SERVIÇO
Série Sinfônica na Cidade
Local: Sesc Palladium – Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro
Data: 30 de abril
Horário: 20h
Entrada gratuita
Informações para o público: (31) 3236-7400

*As informações são de responsabilidade de seus organizadores e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Rafael Guirra
Por Rafael Guirra 16 abril, 2014 18:39


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