ANCINE oferece 249 horas de programação inédita para cerca de 200 TVs do campo público

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 20 fevereiro, 2017 13:55

O campo público de televisão começa a receber os conteúdos audiovisuais inéditos, produzidos por 83 produtoras brasileiras independentes das cinco regiões do país. O material é resultado da primeira chamada pública da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas do Programa Brasil de Todas as Telas.

Um total de 199 canais de televisão de 26 unidades federativas terá à disposição, gratuitamente, 94 produções, sendo 17 séries de ficção, 19 séries de animação, 48 séries documentais e 10 telefilmes documentários. Os conteúdos estarão disponíveis em caráter exclusivo até maio deste ano para 49 canais universitários e 65 canais comunitários, quando também serão disponibilizados para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e 85 canais educativos e culturais.

No Catálogo de Obras, que corresponde a 249 horas de conteúdo audiovisual brasileiro independente, a programação é variada: há desde séries de animação e ficção para o público infantil e séries documentais para o público jovem até séries e telefilmes para o público adulto, que abordam temas como rituais de passagem na primeira infância, desigualdades nas relações sociais e relacionamentos na era digital. Conheça aqui o Catálogo de Obras.

Esses e outros perfis de programação são produto de um Seminário de Programação que reuniu intelectuais brasileiros, programadores de TV e produtores culturais, para debater junto a mais de uma centena de representantes dos segmentos universitário, comunitário e educativo e cultural do campo público de televisão as questões centrais para os públicos infantil, jovem e adulto, constituindo assim a demanda de programação das TVs públicas.

“Nós estamos entregando à sociedade uma programação de alta qualidade, que dialoga com os diversos aspectos da realidade do País. Uma programação que faz com que o campo público de televisão exerça com plenitude sua função de espaço de oxigenação, de experimentação e de proximidade com a sociedade. São obras audiovisuais que multiplicam as vozes atuantes no País, que mostram a diversidade da nossa produção e que permitem aos brasileiros se conhecerem mais e se reconhecerem no que assistem”, avalia o diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel.

A Linha de TVs Públicas do FSA é uma co-realização da ANCINE, EBC e Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, que conta com o apoio da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM) e Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC).

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 20 fevereiro, 2017 13:55


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