AMC estreia em outubro a série “HUMANS”, que aborda drama eletrizante

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 16 setembro, 2015 10:01

AMC estreia em outubro a série “HUMANS”, que aborda drama eletrizante

“Humans”, a nova série de drama em oito episódios do AMC, estreará em 4 de outubro, às 23h. Ambientado em um subúrbio de Londres, “Humans” se passa em um tempo presente paralelo no qual a mais recente engenhoca de aquisição praticamente obrigatória por qualquer família atarefada é um “Synth” – um empregado de inteligência artificial altamente desenvolvido, estranhamente parecido com os seres humanos de verdade.

No mundo real, um hotel em Nagasaki, no Japão, cujo pessoal é composto principalmente por robôs, está prestes a ser inaugurado. Em “Humans”, uma quantidade crescente de pessoas já pensa em comprar seus próprios empregados domésticos sintéticos, em um drama que explora as complexas consequências que a tecnologia poderia ter sobre a população humana. No centro das quatro histórias concomitantes em “Humans” está a confusa, mas adorável família Hawkins. Quando Joe Hawkins decide investir em um Synth, ele acredita que seu relacionamento cada vez mais tenso com sua esposa Laura possa melhorar, à medida em que o assistente robótico lhes devolva o tempo de que tão desesperadamente precisam para se reconectarem como um casal e como uma família. Anita, o novo Synth, é um sucesso imediato, e o caótico lar é repentinamente transformado em um oásis de contentamento arrumado, organizado e bem alimentado. Mas Laura percebe que há algo diferente em Anita. Existe alguma coisa errada.

Mais pessoas abandonam o seu ceticismo e suas reservas e adotam seus Synths como membros de suas famílias. O viúvo George Millican formou uma estreita relação com Odi, seu desatualizado Synth, a quem trata mais como um filho do que como um equipamento. Quando Odi começa a funcionar mal, o Serviço Nacional de Saúde o atualiza compulsoriamente, trocando-o por um modelo cuidador de idosos chamado Vera. George precisa ocultar o vínculo que tem com Odi, para não arriscar perdê-lo para as autoridades. Enquanto isso, um jovem chamado Leo, juntamente com Max, seu Synth, procuram desesperadamente alguém do passado de Leo. Mas quem é, e por quê? E por que Max tem uma aparência tão diferente da dos outros Synths? Seguindo-os de perto está um homem misterioso chamado Hobb, que está determinado a expor um segredo antes que ele possa destruir a humanidade como a conhecemos.

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D.S. Peter Drummond trabalha para a Força-Tarefa Especial de Tecnologias, resolvendo litígios relacionados com os Synths para tirar da cabeça a sua frustração com o impecável fisioterapeuta sintético de sua esposa. Drummond passa a maior parte de seus dias realizando trabalhos burocráticos e resolvendo incidentes mesquinhos, uma vez que os Synths raramente, ou nunca, apresentam mau funcionamento, até que um dia ele passa a investigar um caso que desafia todas as possibilidades.

A série recebeu diversas avaliações positivas dos críticos. The AV Club chamou-a de “um drama doméstico, um thriller sci-fi e uma reflexão sobre a alienação, tudo embrulhado em um único elegante pacote” e The Wrap descreveu-a como “uma obra de ficção científica levemente humorística, mas instigante e assustadora, repleta de atuações simpáticas e com um sólido roteiro”. The New York Times comentou que o drama traz uma sensação realmente nova “graças a uma abordagem de múltiplas tramas, a um elenco hábil e à sua recusa em ser simplista”. RogerEbert.com concluiu que “Humans” soma de maneira inteligente àquela conversa de décadas [o que significa ser humano] com um roteiro forte, atuações interessantes e, acima de tudo, com um tom lúgubre, desconcertante, que nos obriga a questionar exatamente aquilo que queremos que aconteça”.

Com sua renovação já confirmada para uma segunda temporada, “Humans” recebeu algumas avaliações muito significativas quando estreou tanto nos EUA como no Reino Unido. A estreia nos EUA na AMC teve uma audiência de 2,5 milhões de espectadores, tornando-se a quinta première de série de maior sucesso da temporada entre todos os dramas da TV por assinatura. No Reino Unido, o primeiro episódio teve uma audiência de 23% do público, tornando-a o drama de maior audiência em mais de 20 anos na emissora aberta Channel 4.

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“Humans” é estrelado por William Hurt (Marcas da Violência, “Damages”) no papel de Dr. George Millican; Katherine Parkinson (“The IT Crowd”, “The Honourable Woman”) como Laura Hawkins; Gemma Chan (“Sherlock”, “Dr. Who”) como Anita; Tom Goodman-Hill (“Mr. Selfridge”, O Jogo da Imitação) no papel de Joe Hawkins; Lucy Carless (“Code of a Killer”) como Mattie Hawkins; Colin Morgan (“Merlin”, “The Fall 2”) como Leo; Pixie Davis (“Utopia”, “The White Queen”) como Sophie Hawkins; Ivanno Jeremiah (“The Hollow Crown”) como Max; Theo Stevenson (Na Mira do Chefe, Titio Noel) como Toby Hawkins; Emily Berrington (“24: Live Another Day”, “Sons of Liberty”) no papel de Niska; Neil Maskell (“Utopia”) como o D.S. Peter Drummond; Will Tudor (“Game of Thrones”) como Odi; Rebecca Front (“The Thick Of It”, “Just William”) no papel de Vera; Danny Webb (“Dr. Who”, “Being Human”) como Hobb; e Sope Dirisu (“Utopia”) no papel de Fred.  “Humans” foi escrito pelos parceiros roteiristas ingleses Sam Vincent e Jonathan Brackley (“Spooks”, Spooks: The Greater Good) e foi baseado no premiado drama de ficção científica sueco “Real Humans”.

“Humans” foi produzido pela Kudos (“Utopia”, “Broadchurch”, “The Hour”) em parceria com a Matador Films (“Real Humans”).  A série é dirigida por Sam Donovan (“Utopia”), com produção executiva de Jane Featherstone (“Broadchurch”, “Utopia”, “The Hour”) e Derek Wax (“The Hour”, “Occupation”, “Lip Service”) pela Kudos, com produção de Chris Fry (“The Smoke”) pela Kudos e de Henrik Widman e Lars Lundström pela Matador Films. A série foi encomendada por Piers Wenger, Beth Willis e Simon Maxwell para o Channel 4, e por Kristin Jones e Joel Stillerman para a AMC. A distribuição é realizada pela Endemol Shine International.

 

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 16 setembro, 2015 10:01


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