Marília Gabriela conversa com Reginaldo Faria e seu filho Marcelo, em comemoração ao dia dos pais, no GNT

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 6 agosto, 2015 17:45

Marília Gabriela conversa com Reginaldo Faria e seu filho Marcelo, em comemoração ao dia dos pais, no GNT

“E por esta arte de conhecer os homens, digo-vos meu filho que se pode aprender, mas que não se pode ensinar”. É com essa frase do Rei da França Luís XIV que Marília Gabriela apresenta os seus convidados. A entrevista vai ao ar no próximo domingo, dia 9 de agosto, às 23h, no GNT.

Reginaldo Faria, diretor veterano e ator de televisão e cinema, está completando 58 anos de carreira e estará na próxima novela das 19h da TV Globo.

Na entrevista com Gabi, ele conta sobre o período difícil da sua vida em que teve seríssimos problemas de saúde.

“Fui fazer um cateterismo e romperam a minha coronária. Entrei em coma e acordei um mês depois. Fiquei 59 minutos com parada cardíaca”.

Diante dessa situação, Marcelo conta sobre a experiência de cuidar do pai.

“eve um episódio que eu falei no ouvido dele: Pai se você estiver me ouvindo, aperta a minha mão. Aí passou quase um minuto e ele apertou a minha mão com força, quase quebrou. E eu falei: ele está aqui e vai voltar”.

Marcelo atualmente está interpretando o personagem “Lobão” na novela Malhação. Além disso, acumula a função de produtor da peça “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, na qual trabalhou por cinco anos e fez também o personagem Vadinho. O espetáculo também vai virar filme e o ator continuará no elenco.

Ele confessa sua rebeldia com o seu pai, quando mais novo. “Dei muito trabalho pra ele. Quando estava passando da adolescência, comecei a questionar meu pai e entendê-lo como uma figura que eu gostaria de representar. Então, eu desafiava muito ele, tinha embates com ele muito sérios, porque eu era um adolescente e queria ser um homem”.

Sobre isso, Reginaldo dá a sua posição: “A rebeldia dele veio muito em função da minha forma e da mãe dele de encarar o problema dos filhos, com mais liberdade, mais espaço, sem punições. E isso ocasionou um sentimento nele de impunidade.”

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 6 agosto, 2015 17:45


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