Canal Nat Geo oferece acesso exclusivo à “Missão Rosetta”

Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 12 novembro, 2014 16:09

Na quarta-feira, 12 de novembro, a milhões de quilômetros da Terra, uma nave espacial fará história ao tentar aterrissar sobre o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, uma pedra de gelo de quase cinco quilômetros de extensão que viaja pelo espaço a sessenta e seis mil quilômetros por hora.

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Uma equipe internacional de cientistas trabalha contra o relógio para garantir que a sonda especial Rosetta e seu módulo de aterrissagem, Philae, sobrevivam à travessia para poder cumprir sua missão. Se tiverem êxito, a sonda Rosetta e seu módulo proporcionarão informações vitais para responder às incógnitas mais profundas sobre a origem da Terra e da vida. Do que os cometas são feitos? O que podem dizer sobre a evolução do sistema solar? E a pergunta mais importante. Será que eles contêm os ingredientes essenciais da vida?

Com detalhes e depoimentos dos mais reconhecidos especialistas envolvidos nesta tarefa gigantesca, Nat Geo proporciona  acesso direto, além dos bastidores de uma das missões espaciais mais colossais de todos os tempos na estreia de “Missão Rosetta” no domingo, 30 de novembro, às 22h45.

Rosetta é uma missão de proporções épicas desenvolvida para entrar em órbita  e aterrissar sobre o  cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela primeira vez na história. Através de uma combinação de sensores remotos e medições in situ tentará reunir informações sobre este corpo celeste.

A sonda chegou ao cometa no dia 6 de Agosto de 2014 após uma viagem de 10 anos através do sistema solar. Entre Agosto e Novembro, a sonda tem orbitado ao redor do cometa e recolhido dados para reconhecer o ambiente e núcleo do cometa. Nesta quarta-feira, 12 de novembro, o módulo Rosetta, “Philae” será depositado na superfície para analisar seu comportamento e completar uma única viagem.

A sonda de aterrissagem da Rosetta, Philae, se dirigirá a “Agilkia”, uma região misteriosa do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko selecionada por oferecer um potencial científico único, com indícios de  zonas ativas muito próximas e um risco mínimo para Philae em comparação a outros lugares. Vários fatores foram considerados no momento da escolha: encontrar uma trajetória segura para colocar a Philae na superfície, a densidade das ameaças visíveis na zona de aterrissagem deve ser mínima e, uma vez na superfície, considerar o equilíbrio entre horas de luz e noturnas e a frequência com o que orbitador passa – com o qual a sonda deve se comunicar.

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Luiz Guirra
Por Luiz Guirra 12 novembro, 2014 16:09


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